
O dispositivo comunica directamente com o médico, monitorizando o coração da paciente e envia a informação para um monitor remoto, através de uma ligação à Internet.
A primeira pessoa a receber um pacemaker deste tipo nos Estados Unidos da América mora em Nova Iorque, e tem, agora, em sua casa, um sistema de monitorização que transmite, via Internet, informações ao seu médico.
O pacemaker recolhe os dados e transmite, pelo menos uma vez por dia, as informações para o sistema, que as envia para um servidor central. Caso algo esteja errado com o aparelho ou o coração da paciente, o médico é avisado de imediato, tendo, ainda, a possibilidade de aceder ao histórico das informações recolhidas pelo dispositivo. Desta forma, os médicos podem vigiar de forma mais completa e frequente a saúde dos pacientes entre visitas e prevenir eventuais problemas graves.
Fonte: Jornal de Notícias
A primeira pessoa a receber um pacemaker deste tipo nos Estados Unidos da América mora em Nova Iorque, e tem, agora, em sua casa, um sistema de monitorização que transmite, via Internet, informações ao seu médico.
O pacemaker recolhe os dados e transmite, pelo menos uma vez por dia, as informações para o sistema, que as envia para um servidor central. Caso algo esteja errado com o aparelho ou o coração da paciente, o médico é avisado de imediato, tendo, ainda, a possibilidade de aceder ao histórico das informações recolhidas pelo dispositivo. Desta forma, os médicos podem vigiar de forma mais completa e frequente a saúde dos pacientes entre visitas e prevenir eventuais problemas graves.
Fonte: Jornal de Notícias

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