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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Chávez critica atenção à morte de Michael Jackson


Presidente venezuelano chama a atenção para situação nas Honduras
Hugo Chávez aproveitou a morte de Michael Jackson para chamar a atenção para a situação nas Honduras, relata a Reuters.
«A CNN ficou colada a tarde toda nisso, enquanto nas Honduras o povo saiu à rua com o presidente à frente, enfrentando o perigo até à morte. E a CNN sempre a transmitir uma notícia que é lamentável», disse.
O presidente venezuelano não poupou o canal norte-americano, que acusou de estar ao serviço do «império».
«Se o Michael Jackson morreu, que descanse em paz, é um ser humano. Mas foi a tarde toda a dizer que ganhou não sei quantos prémios, que vendeu não sei quantos discos. Isto é o capitalismo», criticou.
Fonte: TVI24

sábado, 23 de maio de 2009

Chávez pede apoio do BNDES para projectos na Venezuela

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, apoio financeiro a projectos que estejam sendo tocados ou que venham a ser desenvolvidos por empresas brasileiras naquele país. A iniciativa de Chávez ocorreu durante encontro com Coutinho na quinta-feira, em Caracas, e expõe as dificuldades financeiras pelas quais a economia venezuelana atravessa, impactada, principalmente, pela forte queda no preço do petróleo.
Entre os projectos que podem ser desenvolvidos por empresas brasileiras está a construção da linha 5 do metro de Caracas. As obras das linhas 3 e 4 já haviam sido tocadas pela brasileira Odebrecht. O governo venezuelano também espera a participação de grupos nacionais em obras de infra-estrutura e parques industriais.
O BNDES tem longo histórico de apoio a empresas brasileiras em projectos fora do País, em especial na América do Sul. Somente a Venezuela já recebeu, desde 1997, cerca de US$ 500 milhões de desembolso do banco, sendo US$ 295 milhões somente para as obras do metro e para a construção da hidroeléctrica de La Vueltosa. Entre projectos em perspectiva, em análise e já aprovados, o país de Hugo Chávez tem carteira de US$ 4 bilhões junto ao banco de fomento estatal brasileiro.
Fonte: Abril.com